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Sérgio diz só entendeu que era real quando viu o que eles tinham feito, no dia da festa
Um grupo de alunos de uma escola pública de Taubaté (SP) organizou uma festa de casamento improvisada para um professor. Sérgio Salum, 27 anos, dá aulas de educação física para uma turma do 3° ano do ensino médio e foi no pátio da escola que ele ganhou a cerimônia, com direito a buffet e decoração, de presente. “Esse tipo de coisa faz valer a pena a profissão”, comenta.
A surpresa foi organizada pelos alunos da Etec Geraldo José Rodrigues Alckmin. Eles distribuíram as tarefas e fizeram parte da decoração, outros contribuíram com o que sabiam fazer – como fotografia e filmagem – e fizeram na última quinta-feira (11) a surpresa para Sérgio.
Segundo Sérgio, que dá aulas na unidade há cinco anos, ele acompanhou os alunos desde o primeiro ano e eles sabiam que ele se casaria este ano com a estudante de educação física Natalie Freitas, de 25 anos.
“Eu ia fazer uma cerimônia pequena, muito simples, e não poderia ter todos os alunos ou colegas e fui surpreendido com essa festa. Eu cheguei a ver o convite do casamento que eles fizeram dias antes, mas achei que tudo era uma brincadeira”, conta.
Organização
Os alunos planejaram desde o buffet, feito de forma colaborativa, até a decoração. A cerimônia foi feita por uma aluna no pátio da escola, decorado com balões brancos e garrafas com flores. A festa teve direito a trilha sonora ao vivo com músicas de Marcelo Jeneci e a tradicional 'Marcha Nupcial' na entrada da noiva.
Sérgio diz só entendeu que era real quando viu o que eles tinham feito, no dia da festa. A aluna Claudia Lima foi uma das organizadoras e explica o plano.
"Eu e minha amiga Anny Kessie admiramos muito ele e pedimos para fazer o casamento dele na escola. Ele disse que não iria deixar. Passamos o ano todo insistindo e finalmente ele disse que sim, mas estava achando que era brincadeira. Ele falou brincando que queria um casamento hippie com cores amarelas. Acabamos mostrando que era sério o nosso pedido de fazer a cerimônia", explica Claudia, de 17 anos.
De acordo com ela, o professor tem alguns 'fãs' na escola, conquistados durante as aulas. "Ele se preocupa muito com os alunos. Na aula dele aprendemos atividades de circo, de ginástica, ele se importa muito em dar uma aula diferente", disse Claudia.
Para Sérgio, a demonstração dos alunos vai na contramão da desvalorização da profissão. "É um trabalho difícil e momentos como esse me dão a certeza de que eu estou na profissão certa. É a colaboração na vida deles não só na educação, mas na formação como pessoas. A união deles com esse gesto por mim me fez me sentir amado", completa.
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