Março Amarelo: mês de conscientização sobre a endometriose alerta para diagnóstico precoce
O mês de março é marcado pela campanha Março Amarelo, dedicada à conscientização sobre a Endometriose, uma doe...
A endometriose é uma condição que causa dores intensas e o Março Amarelo é um mês importante para conscientização sobre esse problema que afeta muitas mulheres.
A Endometriose, que afeta cerca de 1 em cada 10 mulheres em idade reprodutiva, é caracterizada pelo crescimento anormal de tecido semelhante ao endométrio fora do útero, podendo atingir órgãos como ovários, intestinos, estômago e bexiga. Suas dores, muitas vezes incapacitante, interfere em atividades diárias como trabalho, exercícios físicos e relações sexuais.
É importante destacar que os medicamentos hormonais ou a cirurgia devem ser o foco principal de qualquer tratamento de endometriose, porém, ocasionalmente, pode não ser suficiente para o controle da dor e, assim, algumas alternativas podem contribuir na controle da dor residual da endometriose e melhorar a qualidade de vida. Confira estas dicas para maior conforto e bem-estar.
Feitas por profissionais especializados, e por meio de exercícios e técnicas de relaxamento para fortalecer os músculos do assoalho pélvico, é possível reduzir a dor, além de ajudar a controlar o estresse e a ansiedade associados à endometriose.
Muitas mulheres com endometriose recebem tratamentos com anticoncepcionais hormonais (progesterona) como forma de regular a produção de estrogênio, ajudando a reduzir a atividade do tecido endometrial. A eficácia desses tratamentos varia de acordo com a gravidade da condição e o tipo da endometriose. A terapia hormonal é a alternativa mais recomendada.
Analgésicos de venda livre com agentes anti-inflamatórios não esteroides (AINEs), como ibuprofeno, podem proporcionar alívio temporário da dor ao inibir a produção de prostaglandinas, que causam contrações uterinas durante a menstruação, aumentando a dor em mulheres com endometriose.
Pacientes diagnosticadas com a doença costumam tomar AINEs alguns dias antes do início da menstruação ou quando a dor é prevista, pois é mais eficiente. Isso ocorre porque o analgésico começa a fazer efeito antes que o corpo produza suas prostaglandinas. Recomenda-se tomar o medicamento com alimentos ou líquidos para evitar desconfortos estomacais.
Porém, cabe destacar que, se você está precisando tomar analgésicos frequentemente e, principalmente, caso haja necessidade de aumentar as doses para controle da dor, isso é um forte indício de endometriose progressiva, assim, procure um ginecologista.
Analgésicos convencionais como o paracetamol podem ser eficazes para quem tem dor leve de endometriose, embora muitas se queixem de que não são suficientes, assim, algumas mulheres optam por usar analgésicos mais fortes, como a codeína, mas estes podem agravar o desconforto, causando prisão de ventre ou problemas gastrointestinais.
Seu médico pode recomendar o uso de antidepressivos para ajudar no controle da dor. Embora comumente prescritos para tratar a depressão, esses medicamentos podem alterar a percepção da dor pelo corpo, bloqueando os sinais de dor que cheguem ao cérebro.
A prática de massagens diárias na região pélvica pode reduzir o estresse e aliviar os sintomas de dor.
Utilizar fontes de calor na região pélvica pode aliviar sintomas leves de dor, relaxando os músculos e diminuindo as cólicas. Um banho quente, uma bolsa de água quente ou almofada térmica podem ser eficazes para aliviar o desconforto.
Embora não alivie a dor imediatamente, a mudança na dieta pode ter um impacto significativo a longo prazo. Optar por uma alimentação e estilo de vida mais saudáveis, ricos em frutas, vegetais e produtos orgânicos frescos, pode trazer benefícios substanciais. Alimentos conhecidos por suas propriedades anti-inflamatórias, como vegetais de folhas verdes, especialmente brócolis, salmão, gengibre e sementes de chia, são recomendados. Por outro lado, a redução ou eliminação do consumo de laticínios, alimentos processados, açúcares, cafeína e álcool pode contribuir também para a redução da inflamação e da dor associada à endometriose.
Cada mulher é única, e a gravidade da doença afeta cada uma de maneira distinta. O tratamento da dor na endometriose envolve tentativa e erro para encontrar as técnicas que funcionam melhor para você.
Se vários métodos de alívio da dor não surtirem efeito após um período determinado, pode ser necessário considerar um tratamento cirúrgico, como laparoscopia, caso a mulher esteja convicta que não deseja gravidez e, principalmente, se não se adaptou aos tratamentos medicamentosos, pode ser considerada a retirada do útero ou histerectomia. Essas opções precisam ser discutidas com um ginecologista especialista em endometriose.Se você está enfrentando desafios no tratamento da endometriose, não hesite em buscar ajuda especializada. O Dr. Hélio Sato oferece orientações e tratamentos personalizados para aliviar sua dor e melhorar sua qualidade de vida.
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